terça-feira, 31 de maio de 2011

Transportes - Mais um fabricante de caminhões Chinês chega ao Brasil

São Paulo (SP) – Além do segmento de automóveis as fabricantes chinesas já tornaram-se reais concorrentes também das fabricantes de caminhões no Brasil. Depois desembarcar aqui com pequenos comerciais, via Chana, Jinbei, Hafei e Effa, além de pesados, com a Sinotruk, agora será a vez dos modelos da Foton, uma das maiores montadoras de caminhões do mundo – seu volume de produção chegou às 700 mil unidades em 2010.
A Foton Aumark do Brasil foi criada para ser a representante oficial da empresa no mercado nacional. É encabeçada pelo ex-presidente do BNDES, Luiz Carlos Mendonça de Barros. Seu filho, Ricardo Mendonça de Barros, é o diretor comercial.

Embora já constituída, a empresa será apresentada oficialmente apenas no Salão Internacional do Transporte, a Fenatran, que acontecerá em outubro, no Palácio de Exposições do Parque Anhembi, em São Paulo. Para entrar no mercado local a importadora compôs mix com três modelos, os 311, 614 e 917, com capacidades de 3 a 9 toneladas, indicados às aplicações de distribuição de carga urbana. No primeiro ano cheio de atividades a empresa planeja vender 5 mil unidades.

Segundo Ricardo Mendonça de Barros “os produtos que serão oferecidos no Brasil serão diferentes dos vendidos na China. Solicitamos modificações mecânicas e no acabamento para atender as exigências do consumidor brasileiro”.

As alterações dizem respeito a adaptações nos sistemas de freio, direção e suspensão, além maiores conveniências de conforto, como ar-condicionado. A parte mecânica é bem conhecida do transportador brasileiro, pois os caminhões são equipados com motores diesel Cummins 2,8 litros e 3,8 litros. O câmbio é ZF.

De acordo com Márcio Vita, diretor executivo da nova companhia, “a Foton não é uma fabricante, mas sim uma montadora pura. Possui uma joint venture com a Cummins e diversos acordos com empresas como Bosch, Visteon e Daimler”. Certamente não por coincidência a argumentação para apresentação dos produtos lembra muito a utilizada por Sérgio Habib ao descrever os automóveis da JAC.

O investimento inicial da Foton Aumark do Brasil para o primeiro ano de atividade, o que inclui importação de veículos, peças de reposição e formação de rede, é de R$ 4 milhões.

O diretor comercial afirma que “pensa grande” no pós-venda, pois sabe da importância da área para o sucesso do empreendimento – dentre os negócios do Grupo há a Autolife, empresa de blindagem e produção de carros-fortes, além de revenda Hyundai em Belém, PA.

A Foton planeja abrir dez revendas no primeiro ano e chegar a oitenta até o quinto. Apesar de ainda nem iniciar comercialização a empresa promete outras novidades no mix de produto, como a oferta de um cavalo-mecânico para o segundo semestre de 2012. A Foton Aumark do Brasil também ficou com o encargo de prospectar local para instalação de uma futura fábrica da empresa no País, presumida para 2015.

Ricardo Mendonça de Barros, entretanto, diz que o interesse do Grupo, porém, “é somente a parte comercial. Temos contrato de concessão por dez anos, renovável por mais dez¨.
Escrito por Autodata   
Ter, 31 de Maio de 2011.

sábado, 28 de maio de 2011

Transportes - Regulamentação do transporte de produtos perigosos

Após reivindicações, ANTT suspendeu nessa quarta-feira (18) resolução com novas normas publicada na semana passada.
Um grupo de trabalho coordenado pela Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP) vai analisar a nova regulamentação do setor. Publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira da semana passada pela ANTT, o documento que estabelece as novas regras para o transporte desses materiais foi suspenso nessa quarta-feira (18).
Segundo a medida, também publicada no DOU com o nº 3.671/2011, a decisão do diretor-geral da ANTT, Bernardo Figueiredo, visa “a necessidade de proceder ajustes” no regulamento, uma solicitação feita por entidades ligadas ao  setor transportador e da indústria química do país.
As regras do transporte rodoviário de produtos perigosos são disciplinadas por um decreto de 1988 e o de transporte ferroviário, de 1990. Algumas complementações já foram realizadas, em 2004 e em 2006.

Segundo a assessora técnica da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (Fetcesp) Sandra Caravieri, a atualização das normas é uma necessidade, mas não da forma como foi estipulada pela ANTT. “Não houve audiência pública, e sim uma consulta. As sugestões do setor foram feitas por escrito e eu diria que 90% delas não foram atendidas. Um dos principais pontos que eles tiraram da legislação foi toda a citação das normas brasileiras. Com essa retirada, nós ficamos sem referência, por exemplo, para saber quais eram os equipamentos de emergência e os equipamentos de proteção individual que deveriam estar no veículo”, lembra Caravieri.
O presidente da ABTLP, Paulo de Tarso Martins Gomes, vai coordenar o grupo de trabalho que discutirá o documento. “Tínhamos feito sugestões desde 2008 e que não foram ouvidas. A ideia com o grupo, agora, é propor algo concreto em cima do texto que eles apresentaram e contribuir com a regulamentação”, reforça.

A primeira reunião das entidades do setor de transporte e da indústria química brasileira será realizada no dia 3 de junho. E até que uma nova resolução não seja publicada pela ANTT, continuam em vigência as regras atuais. Em nota, a agência explicou que não há previsão para o fim da suspensão da Resolução 3.665/2011.

Aerton Guimarães
Redação CNT

Transportes - Na Mão Certa

Realizador das principais feiras nacionais do segmento de transporte rodoviário de cargas, como a Exposafra, a Feira do Caminhoneiro e o Truck Show, o Grupo TT tem sido um importante parceiro do Programa Na Mão Certa através dos anos.
O Grupo é especializado em soluções de comunicação e edita duas das principais publicações impressas do setor: a revista Negócios em Transporte (destinada às empresas) e a revista Caminhoneiro (destinada aos profissionais).
Com mais de 200 pontos de distribuição pelo país e distribuição gratuita ao caminhoneiro, a revista Caminhoneiro tem uma tiragem auditada de 100 mil exemplares e ostenta um alcance mensal de 350 mil leitores.

Desde sua fundação, há mais de 27 anos, a publicação sempre abraçou causas sociais como o enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras e, mais recentemente, passou a dar apoio ao Programa na Mão Certa.
E são muitos os exemplos desse compromisso, como o fato da primeira pesquisa sobre o perfil do caminhoneiro no Brasil ter sido realizada durante um evento promovido pela revista em Itajaí (SC) em 2005.
Naquele mesmo ano, a publicação foi agraciada com o Prêmio Anatec de Mídia Segmentada pela capa da edição nº 211, que estampava justamente a problemática da exploração sexual nas estradas.
Em 2010, após anos de divulgação das diversas campanhas e ações de enfrentamento nas suas páginas, a revista Caminhoneiro lançou a coluna Na Mão Certa, um encarte especial que defende causas sociais e trabalha por um futuro melhor para as crianças e adolescentes. A primeira coluna saiu na edição 269, de junho de 2010, que trazia também o “Especial Dia do Caminhoneiro”.
“Além das revistas, a TT Editora atua no setor dos transportes com inúmeras feiras e eventos, o que faz com que estejamos atentos a questões sociais que acontecem nestes pontos aonde a atividade é intensa ”, diz Grabriela Ely Bedrossian, do Departamento de Marketing do Grupo TT. “A parceria com a Childhood permite que possamos realizar ações sistemáticas de combate a ESCA nas rodovias, orientando os caminhoneiros e abrindo espaço na revista e nos eventos para discussões sobre o problema, incluindo suas causas, consequências e soluções”.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Transportes - Na Mão Certa

Observatório do Programa Na Mão Certa. Você encontra informações gerenciais sobre o Programa e informações relativas ao enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras.
A proposta deste espaço é centralizar e ampliar o relacionamento dos interessados com a causa e, em especial, apresentar evolução dos trabalhos que estão sendo realizados pelo Programa, seus parceiros e as empresas signatárias do Pacto Empresarial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes   nas Rodovias Brasileiras.
Para atender este objetivo, o Observatório é um instrumento de trabalho e informação para empresas, governos e organizações da sociedade civil empenhadas em acabar com esse problema.
Este espaço é para apresentar dados concretos sobre os resultados de trabalho na causa e facilitar aos interessados a encontrarem informações sistematizadas.
Convidamos você a continuar participando com comentários e sugestões sobre este espaço para que, JUNTOS, continuemos avançando para erradicar a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras.

Um dos principais objetivos do Observatório é valorizar as ações empresariais realizadas desde o lançamento do Pacto Empresarial.
As empresas signatárias têm como principal desafio transformar os compromissos assumidos em ações. Esta tarefa exige das empresas criatividade, comprometimento com a causa e continuidade. Isso significa começar a atuar no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias. A partir deste banco de boas práticas, compartilhamos as experiências das empresas parceiras. Confira e comece a transformar os compromissos em ações na sua empresa!
Para facilitar sua busca, selecione o setor econômico* do qual deseja conhecer as ações empresariais: (lista de setores por ordem alfabética)
(*) A classificação das empresas por setor econômico segue o padrão da CNAE (Classificação Nacional de Empresas).
Rosana Junqueira
Coordenadora de Programas
Childhood Brasil
rosana@childhood.org.br

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Transportes - ANTT volta atrás;novas regras para o transporte de produtos perigosos


São Paulo (SP) – A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) está querendo mudar as normas que regem o transporte de produtos perigosos no Brasil, mas a impressão que dá é que não está acertando a mão. Na semana passada, a Agência publicou a Resolução nº 3.665, que trazia todas as novas regras para o segmento, mas, nesta quarta-feira, publicou no Diário Oficial da União a Resolução 3.671, que suspende a publicação anterior e deixa novamente o assunto em aberto.

Segundo a assessora Técnica do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), Sandra Caravieri, especialista no assunto, a resolução suspensa da ANTT traria impactos negativos às operações de transporte de produtos perigosos, pois a maior parte das sugestões apresentadas pelas entidades representativas do setor não foram consideradas pela agência. “Esta resolução 3.665 criaria uma instabilidade para quem expede, transporta e fiscaliza o transporte de produtos perigosos, pois acaba com as citações das Normas Técnicas da ABNT, que eram referências para a sinalização dos veículos e equipamentos para emergência, entre outros detalhes importantes”, diz Sandra.

Não se sabe o que a agência fará a partir de agora, somente que as regras atuais continuam em vigência. As empresas e entidades representativas do setor esperam participar da criação das novas regras junto com a ANTT.

Na prática, nada muda para o transportador de produtos perigosos, apesar da publicação das novas exigências. O setor fica em compasso de espera.
 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Transportes - Na Mão Certa

Realizada para a Childhood Brasil com patrocínio do Instituto Arcor Brasil, Fibria e MAN Latin America, a pesquisa O Perfil do Caminhoneiro Brasileiro 2010 confirma que os profissionais estão mais conscientes sobre a gravidade do problema de exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras.
A pesquisa foi conduzida pelo núcleo de pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Sergipe em parceria com o núcleo de pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob coordenação do Prof. Dr. Elder Cerqueira-Santos, que também integrou a equipe do estudo desenvolvido em 2005.
Com o propósito de atualizar os dados sobre o perfil do caminhoneiro aferidos no estudo anterior, foram entrevistados 343 caminhoneiros entre junho e setembro de 2010 em sete cidades brasileiras: Porto Alegre (RS), Itajaí (SC), Cubatão e Santos (SP), Belém (PA), Natal (RN) e Ara­caju (SE). Nesta nova versão, a pesquisa contou com um grupo de controle composto por participantes vinculados a empresas signatárias do PNMC.
“Os resultados da pesquisa comprovam que estamos no caminho certo para ampliar a rede de proteção de crianças e adolescentes da exploração sexual nas rodovias brasileiras, com a soma de esforços do poder público, das empresas signatárias e dos próprios caminhoneiros”, destaca Rosana Junqueira, Coordenadora do Programa Na Mão Certa.
Um dos dados mais significativos é a diminuição no número de adultos envolvidos no sexo com crianças e adolescentes. Quando questionados se já saíram com crianças ou adolescentes, 82,1% dos entrevistados disseram que não, contra 63,2% em 2005.
A pesquisa mostrou também que os caminhoneiros estão mais conscientes em relação à exploração sexual de crianças e adolescentes: em 2010, 37% disseram saber que essa prática é errada, enquanto em 2005 apenas 20,8% responderam dessa forma.
Também houve um aumento no número de motoristas que já utilizaram o Disque-Denúncia: 4,9% em 2010, con­tra 1,3% em 2005. No levantamento anterior, apenas 12,1% disseram já ter dito algum contato com campanhas contra exploração sexual de crianças e adolescentes; em 2010, esse percentual praticamente triplicou, subindo para 30,4%.
Quando se compara o grupo de entrevistados em 2010 com o grupo de controle, os dados são também significativos, apontando para uma possível efetividade da implementação do programa de intervenção nas empresas. O grupo de controle apresenta maior acuidade na percepção do problema e conhece mais os serviços de proteção (87% conseguem apontar o problema entre os colegas e 94% conhecem o número do Disque-Denúncia).
O nível de escolaridade registrou um pequeno aumento, sendo que 34,4% têm ensino fundamental incompleto (contra 34% em 2005), 24,6% fundamental completo (contra 23,9%) e 25,4% médio completo (contra 19,7%). Este dado, juntamente com outras questões qualitativas, aponta para a maior profissionalização da área.
O risco de acidentes, a insegurança e a violência continuam sendo os maiores problemas enfrentados na profissão, mas também são apontados fatores como distância da família, má qualidade das estradas e baixa remuneração.
“Os resultados podem ser encarados como positivos, uma vez que mesmo enfrentando problemas parecidos com os de cinco anos atrás, a categoria apresenta sinais de maior profissionalização da área”, afirma o coordenador do estudo, Prof. Dr. Elder Cerqueira-Santos. “Todo o estudo indica que a estratégia da informação no enfrentamento da ESCA pode ser uma receita de sucesso”.

Transportes - ​Programa para formação de 67 mil motoristas por ano

Cursos oferecidos pelo Programa Nacional de Formação de Novos Motoristas de Ônibus, Caminhões e Carretas serão realizados nas unidades do Senat.
O presidente da CNT e do Sest Senat, senador Clésio Andrade, aprovou e lançou, nesta terça-feira (17), o Programa Nacional de Formação de Novos Motoristas de Ônibus, Caminhões e Carretas. A partir do segundo semestre desse ano, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) vai iniciar as inscrições para os cursos, em todo o Brasil, com a finalidade de formar novos motoristas profissionais e elevar a oferta de mão de obra especializada, atendendo, assim, a carência verificada atualmente no setor de transporte de carga e de passageiros.


Os cursos serão realizados nas unidades do Senat em todo o Brasil e devem contemplar 66,9 mil profissionais por ano. O alvo da formação são motoristas recém-habilitados sem experiência no setor de transporte. Os profissionais terão a opção de escolher a formação para a condução de caminhões, carretas e ônibus (urbano e interurbano).
O conteúdo teórico será aplicado pelos técnicos do Senat e a parte prática será desenvolvida junto com empresas de transporte de cargas e de passageiros. A iniciativa do Senat está sendo implementada em parceria com o Ministério do Trabalho e faz parte da proposta do governo federal em estimular o acesso da população ao ensino técnico e a cursos profissionalizantes, pelo Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica (Pronatec).
O Senat, em convênio com o Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador), vai ampliar o número de vagas para o programa de Educação para Jovens e Adultos – EJA, levando educação formal do ensino fundamental e médio para os trabalhadores do transporte.
Para o presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT) e do Conselho Nacional do Sest Senat, senador Clésio Andrade, a disponibilidade de motoristas profissionais especializados para as empresas de transporte e a maior oferta de educação para trabalhadores no setor permitem a inclusão de novos cidadãos no mercado formal de trabalho, atendem as necessidades do mercado e garantem a sustentabilidade econômica da atividade transportadora.​

terça-feira, 17 de maio de 2011

Transportes - Investimento cresceu, mas não é suficiente

Cresceu em 929% o investimento do Dnit na conservação e restauração de rodovias em nove anos. De R$ 10,6 milhões em 2002, o valor investido no ano passado saltou para R$ 109,3 milhões. A manutenção consiste em trabalhos mais simples, como roçada, tapa-buracos e pintura, além da conservação da sinalização horizontal e vertical. A restauração se trata de trabalho mais complexo, como a troca de pavimento, correção do traçado de uma curva e a execução das chamadas obras de arte (tubulações, viadutos e pontes). O Dnit admite que orçamento não é suficiente para todas as rodovias.

Treze estradas receberam melhorias no ano passado. Ao todo, aproximadamente 1,2 mil quilômetros sofreram intervenções. O maior valor – de R$ 15 milhões – foi destinado à BR-487 entre Cruzeiro do Oeste e Campo Mourão. Conforme o órgão, são usados critérios técnicos na escolha da via, como o histórico, as previsões iniciais do projeto, o interesse social e econômico, além do tráfego e número de acidentes registrados.
Escrito por Gazeta do Povo - PR   
Maio,2011.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Transportes - Terceira placa será obrigatória para caminhões e rebocados

A Portaria 370/2010 do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN tornou obrigatória a instalação de “Dispositivo Auxiliar de Identificação Veicular” nos caminhões, reboques e semirreboques com peso bruto superior a 4.536 kg.

Este dispositivo auxiliar nada mais é do que uma terceira placa padronizada, colocada na extremidade da carroçaria. Com esta medida, as autoridades esperam melhorar a legibilidade visual e eletrônica das placas, pelo sistema OCR e tornar mais eficaz o combate ao roubo de veículos e de carga, por meio do Sistema Alerta Brasil-SINIVEM.


Escrito por Administração NTC   
Fevereiro de 2011.

Transportes - Rodovias privatizadas já arrecadaram R$ 2 bi em 2011 só em SP


A arrecadação dos pedágios das rodovias do estado de São Paulo ultrapassou os R$ 2 bi nos primeiros quatro meses deste ano. O estado paulista conta com 227 praças de pedágio. Esse número representa mais da metade do total de pedágios do país, com 50,6%. A arrecadação por dia ultrapassa os R$ 14 milhões.

A medição do dinheiro arrecadado é feita por meio de um mecanismo chamado “Pedagiômetro” (http://pedagiometro.com.br/), que calcula o valor a partir dos relatórios das concessionárias das rodovias que são declarados anualmente à Assembleia Legislativa de São Paulo.

A privatização das rodovias em São Paulo iniciou em 1997, no governo estadual de Mário Covas. Naquele ano havia 40 praças no estado, o crescimento até 2011 no número de pedágios foi de 467%.
Escrito por Estradas.com   
Maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Transportes - Caminhões em acostamento oferecem riscos

Piedade (SP) – Uma longa fila de caminhões estacionados às margens do acesso 103 da SP-79, em frente à fábrica de cimento Santa Helena, do Grupo Votorantim, tem colocado em risco os motoristas que passam diariamente pelo trecho, que liga as cidades de Piedade e Votorantim. Sem espaço no pátio interno da empresa, os veículos são obrigados a ficar no acostamento da rodovia aguardando por até 30 horas para poder fazer o carregamento da carga.
O motorista Lázaro Aparecido Pires de Campos, de Indaiatuba, disse que o problema vem ocorrendo desde a semana passada, sendo que em alguns horários chegaram a ficar até cinquenta caminhões estacionados pelo acostamento, aguardando a liberação para o carregamento. “Só não aconteceu um acidente ainda por sorte, mas está muito perigoso”, reconhece. Na tarde de terça-feira, Campos contou que chegou ao portão da fábrica da Santa Helena na noite de segunda-feira, dia 2, e foi informado que tinha 120 caminhões na sua frente para carregar. “Muitos são aqui da região e ficam em casa aguardando o horário de entrada, mas a maioria tem que ficar por aqui mesmo, pois não podemos voltar vazios, senão deixamos de ganhar”.
Além do risco para quem trafega no acesso 103 da SP-79, a demora no carregamento dos caminhões tem causado prejuízo para os motoristas. Marcos Sérgio Santos, de Votorantim, conta que geralmente conseguia fazer até duas viagens por dia, mas que agora está deixando de receber. “A gente ganha por carregamento. Quanto mais tempo ficamos parados, mais deixamos de receber, além de ter gastar com alimentação”.
O motorista João Pereira da Silva, de Registro, que chegou na porta da fábrica Santa Helena às 15h de terça-feira ficou desolado com o cenário que encontrou. “Tem companheiro que chegou aqui às 14h de segunda-feira e só agora conseguiu entrar na fábrica. Vou ter que passar a noite na estrada e sem hora prevista para seguir viagem. O pior é ficar aqui na rodovia e ainda correr o risco de ser assaltado”, reclamou.
De acordo com a assessoria da fábrica Santa Helena, do Grupo Votorantim, o aumento da rotatividade de caminhões no local tem sido provocado pela forte demanda por cimento no sul do País, que exigiu um reforço no abastecimento daquela região com a contratação de caminhões extras de carga. A empresa não soube informar o número de caminhões que têm passado diariamente pela fábrica, devido a grande rotatividade. Mas assegurou que o problema deverá ser resolvido até o final de maio, quando serão concluídas duas novas fábricas de cimento do grupo em Santa Catarina, que ficarão responsáveis pelo abastecimento do mercado da região Sul.
Escrito por Jornal Cruzeiro do Sul
 
    

terça-feira, 10 de maio de 2011

Transportes - Em abril, produção de caminhões cai 13,4%


São Paulo (SP) – Abril não foi um mês muito positivo para as montadoras de caminhões. Prova disso é que no período a produção de modelos verificou uma queda de 13,4%, em relação ao mesmo período do ano passado – caindo de 15.498 unidades para 13.417 veículos.
Em relação ao índice produtivo registrado em março o número também foi menor. De acordo com números da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a queda foi de 8,9%, pois no mês anterior a indústria automobilística nacional havia fabricado 1.318 unidades a mais.
A única alta registrada pelo segmento é quando os dados do acumulado do ano são comparados. Conforme anunciado, uma pequena alta de 1% foi verificada. De janeiro a abril deste ano, as marcas que produzem no Brasil, entregaram ao mercado 57.532 caminhões, contra 56.953 unidades em igual período do ano passado.
Neste cenário, os mercados que mais apresentaram baixas foram os de modelos médios, semipesados e pesados. De acordo com as informações da entidade, comparando o montante produzido em abril do mesmo período do ano passado, as quedas obtidas foram de 23,6%, 21,8% e 17%, respectivamente.
Em relação ao volume registrado no acumulado do ano, estes nichos de mercado de médio e pesados verificaram baixas de 12,6% e 6%, respectivamente. Já o segmento de semipesados avançou 4,9%. Na mesma base de comparação, a produção de caminhões semileves foi a que mais cresceu: 20,6%, no quadrimestre.
Vendas
Não é somente a produção de caminhões que está oscilando. Os números da Anfavea indicam que o volume de comercialização destes modelos também caiu em abril. Conforme os dados, houve uma retração de 6,7% nos licenciamentos em abril: 13.427 unidades contra 14.199 em março deste ano.
Entretanto, em relação ao volume registrado no mesmo mês do ano passado, os números não sofreram alterações. Já no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o mercado verificou uma alta de 18% nos emplacamentos. Enquanto de janeiro a abril de 2010, 43.958 unidades foram licenciadas, neste ano 51.867 caminhões foram vendidos.
“Este mercado conta com algumas ações do governo importantes para manter as vendas, como o Procaminhoneiro e o Finame”, destaca Cledorvino Belini, presidente da Anfavea.
Ter, 10 de Maio de 2011
Escrito por Webtranspo   

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Transportes - Câmeras nas estradas diminuem acidentes



São Paulo (SP) – No Brasil, 723 acidentes automotivos acontecem, diariamente, em rodovias pavimentadas brasileiras provocando a morte de 35 pessoas e deixando 417 feridos. Por ano, este número chega a 42 mil vítimas fatais sendo que outras 24 mil acabam falecendo, posteriormente, em decorrência dos acidentes.

Uma iniciativa que pode diminuir a quantidade de pessoas que perdem a vida nas estradas brasileiras é o monitoramento das mesmas. Tendo isto em vista, o Sistema Castello-Raposo e Rodoanel, em São Paulo, possui 90 câmeras instaladas ao longo de sua extensão para a fiscalização dos motoristas. Os equipamentos são conectados ao CCO (Centro de Controle Operacional) das concessionárias, que administram os trechos, neste local ficam de plantão equipes de monitoramento e policiais rodoviários.

Este controle tem ajudado a amortizar o volume de mortes na rodovia, de acordo com um levantamento feito pela CCR (uma das administradoras), no primeiro trimestre deste ano, 15 pessoas faleceram no complexo rodoviário ante as 20 vítimas fatais de 2010, uma redução de 25%.

De acordo com Renato Caldo, gestor de atendimento das empresas, atitudes como multar as imprudências ao volante por meio das câmeras e também sinalizar quais vias estão sendo monitoradas pela polícia contribuíram para aumentar a segurança dos condutores no local.

Somado aos equipamentos de fiscalização eletrônica, a concessionária também lançou alguns programas de conscientização dos motoristas. As ações visaram alertar sobre a importância de uma travessia segura, uso de cinto de segurança e da cadeirinha infantil, além de reafirmar os perigos da ingestão de bebidas alcoólicas. Outra atividade também promoveu o curso de direção defensiva para motociclistas.
Escrito por Webtranspo  
Maio de 2011