sábado, 30 de junho de 2012

Transportes - Dia do Caminhoneiro


Dia do Caminhoneiro

O caminhoneiro comemora todo dia 30 de junho de cada ano o seu dia.
Muita gente pode fazer uma idéia errada do que seja a profissão de caminhoneiro.
Não é apenas pegar um caminhão e sair pelas estradas ou pelas ruas das cidades segurando um volante. Cada caminhão, cada carga, requer uma habilidade específica.
Um jeitinho todo especial que influi de maneira decisiva no resultado do transporte.
Trafegam pelas estradas brasileiras cerca de dois milhões de caminhoneiros e transportam 60% da carga movimentada no Brasil.
É um profissional que passa muito tempo longe de casa, às vezes viajando semanas sem parar.
Muito merecido ter um dia dedicado a esses profissionais tão castigados.
Se por um lado eles são tidos como livres, viajando por todo o país, conhecendo lugares, belíssimas cidades, por outro tem a parte ruim: ficam a maior parte de suas vidas longe da família, de um aconchegante lar. Não participam do crescimento dos filhos e não podem dar apoio às suas esposas.
Transatlante   homenageia a quem faz a vida acontecer.
À você caminhoneiro,o meu muito obrigado pela sua força e coragem de se aventurar nas estradas e abastecer este mundo de meu Deus você traz a alegria, paz, energia o sustento para cada coração.
Obrigada meu amigo!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Transportes - Saúde do seu carro,hábitos prejudiciais


Existem alguns vícios ao volante que são prejudiciais para a vida útil do seu veículo, até os motoristas mais experientes acabam praticando hábitos que geram maior desgaste das peças do automóvel.
Principais cacoetes que devem ser evitados;se você deixar algumas manias de lado, com certeza elas deixarão de lhe prejudicar.
1 – Não deixe o pé apoiado sobre o pedal da embreagem quando o carro estiver em movimento. A mania só aumenta o desgaste do disco, das molas e dos rolamentos. Saiba que as alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar o peso aplicado sobre o pedal de 8 para 400 quilos.

2 - Outra mania que deve ser evitada é aquela de dirigir com a mão pesando sobre a alavanca de câmbio. Esse hábito força o trambulador, uma das peças responsáveis pela ligação do câmbio com as engrenagens da transmissão.

3 - Muitos gostam de passar pela lombada transversalmente. Além de ser perigoso, pois você pode acabar fechando o fluxo da via; Tal prática força as buchas da suspensão, os amortecedores e os rolamentos.

4 - Nunca desengate o veículo quando ele estiver em circulação. Além de não ajudar na economia de combustível, tal detalhe sobrecarrega o sistema de freios.

5. Um vício que passa de pai para filho é aquele de dar uma última acelerada antes de desligar o carro. Isso só serve para desperdiçar gasolina e aumentar as chances de danificar o motor. A última acelerada irá “lavar” o óleo das paredes do cilindro, deixando anéis e pistão funcionando sem lubrificação na próxima partida.

6. Outra coisa de “tiozinho” é puxar o freio de mão sem que o carro pare totalmente. Isso só gasta mais as pastilhas ou as lonas do tambor.

7. Dirigir com o braço para fora da janela impede que o motorista efetue manobras de emergência com maior rapidez.

8. Hoje em dia não é necessário esquentar o carro antes de sair. Isso gasta mais combustível e sobrecarrega as bombas de gasolina e de óleo.

9. Nunca apóie o pneu no meio-fio. Tal maneira faz com que o composto sofra uma pressão do tamanho do peso do veículo, favorecendo uma deformação na “borracha”

10. Se você vir aquele buraco que já sabe que vai cair, não freie bruscamente, fritando os pneus. O recurso sobrecarrega o sistema de freios, além de aumentar a carga do impacto. Se for inevitável, prefira passar pelo obstáculo naturalmente.



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Transportes - Ford Cargo 2629

Ford Cargo 2629 lidera as vendas do segmento de caminhões 6×4

O Ford Cargo 2629 liderou o segmento de caminhões 6×4 de 24 a 30 toneladas no período de janeiro a maio de 2012, com 16% de participação. Utilizado principalmente como betoneira e basculante na construção civil, segmento que tem apresentado bom desempenho nos últimos anos, o modelo é aplicado também como canavieiro e madeireiro.
O Ford Cargo 2629 mantém a tradição da Ford nesse tipo de aplicação. Com peso bruto total técnico de 26.200 kg, ele se destaca pela robustez e conjunto mecânico eficiente, reconhecido no mercado como o melhor do segmento. Outra vantagem do traçado da Ford é a disponibilidade de tomada de força dianteira e traseira, que facilita a instalação dos implementos.
“Além da cabine moderna e equipada com suspensão pneumática, o Cargo 2629 conta com transmissão sincronizada de 10 marchas à frente e três à ré, que aumenta o conforto para o motorista. E com a introdução da nova motorização Euro 5 ficou ainda mais potente e econômico”, diz Pedro de Aquino, gerente de Marketing da Ford Caminhões.

Potência e economia
O Ford Cargo 2629 vem com o novo motor Cummins Euro5 ISBe de 6,7 litros e seis cilindros, com potência de 290 cv e torque de 951 Nm. Uma das características principais dessa motorização é o alto torque em baixa rotação, que se traduz em força disponível numa ampla faixa de trabalho, com uma economia de 8% a 10% maior no consumo de combustível.
“O novo motor utiliza a tecnologia SCR (redução catalítica seletiva), que reduz em 80% as emissões de poluentes e mostrou ser a mais robusta para o nosso mercado, tanto em termos de potência e durabilidade como de economia operacional”, completa Aquino. “É mais um atrativo do modelo campeão de vendas do segmento, que assim reforça os seus atrativos para continuar a oferecer o melhor resultado para os frotistas da construção civil e serviços pesados.”
Com a nova motorização, o modelo ganhou a atual nomenclatura Cargo 2629, substituindo o Cargo 2628 que foi produzido até o final do ano passado.
Fonte: Ford

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Transportes - Rio + 20, poluição entrará nos balanços empresariais


A contabilidade corporativa e governamental deve passar a refletir os lucros e prejuízos ambientais dentro de uma década, em grande parte a graças a progressos feitos nesta semana na conferência Rio+20, disseram apoiadores do plano à Reuters.

Os balanços empresariais e os cálculos do PIB estão distorcidos porque não mostram a governos, consumidores e gestores os verdadeiros custos das suas atividades, segundo Pavan Sukhdev, membro do conselho da ONG Conservação Internacional e ex-executivo do Deutsche Bank.
A principal razão para isso é que as práticas contábeis não incluem a criação, uso e degradação do ar, da água, das árvores e de outros "patrimônios naturais", da mesma forma como contabilizam fábricas, créditos e outros bens, disse ele na quarta-feira.
Sukhdev estima que o setor privado global deixa de contabilizar 4 trilhões de dólares por ano, ou cerca de 6,7 por cento do PIB mundial, relacionados ao uso ou poluição de recursos naturais -- pela liberação de dióxido de carbono ou lançamento de resíduos no ar e água, por exemplo.
"Não podemos continuar fazendo negócios pensando que estamos agregando valor aos acionistas, e ao mesmo tempo destruindo valor para os acionistas", disse Sukhdev. "Isso é má gestão".
Bolsas do mundo todo estão desenvolvendo formas de incluir as emissões de carbono na informação básica que empresas de capital aberto precisam fornecer aos acionistas, segundo ele.
Os padrões comuns para as empresas mundiais devem estar disponíveis dentro de três a cinco anos, para serem implementados em cerca de sete anos.
A contabilidade não deve incluir só a degradação, segundo ele. "Você poderia ter 10, 20, 30 por cento extras no seu PIB porque iria finalmente mensurar serviços da natureza", disse Sukhdev. "Mas também poderia sofrer perdas, pois precisa mensurar o capital natural que é perdido."
Na quinta-feira, o Banco Mundial disse que 57 países, a Comissão Europeia e 86 empresas decidiram redigir regras da "contabilidade do capital natural", para implementar o tipo de mudança que Sukhdev propõe. O Brasil não participa desse esforço.
Sukhdev trabalha há mais de uma década nessas propostas, e, ao contrário de muitos ambientalistas, se mostrou otimista com os resultados da Rio+20.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Transportes - Crédito Procaminhoneiro para frota de caminhões fracassa


Em seis anos, o programa de incentivo ao crédito Procaminhoneiro, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), viabilizou a troca de apenas 3% da frota de caminhões, que tem idade avançada.
De 2006, ao ser lançado, até 2011, só 52.097 caminhões foram financiados pelo programa. A frota nacional é de 1,7 milhão de caminhões, com idade média de 13 anos -ou 19, ao considerar apenas os transportadores autônomos, donos de 46% dos veículos.
A cada três anos o brasileiro troca de carro de passeio, estima a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).
Em 2010, seu melhor ano, o Procaminhoneiro financiou 22% dos veículos vendidos no país. Em 2011, foram só 4%.
Nesta semana, ao anunciar medidas para a economia, o ministro da Guido Mantega aumentou o prazo de financiamento do Procaminhoneiro de 96 para 120 meses. O principal entrave a esse crédito, contudo, não está no prazo nem no juro subsidiado, mantido em 5,5% ao ano.
Os autônomos dizem que não conseguem acessar a linha principalmente por dificuldades na comprovação da renda e no atendimento de outras burocracias exigidas por bancos de varejo que repassam o crédito do BNDES.
Cartas-frete – Norival de Almeida Silva, presidente do Sindicado dos Caminhoneiros de São Paulo, diz que praticamente nenhum autônomo tem comprovante de renda. É que, até o ano passado, os pagamentos dos fretes eram feitos pelas empresas por meio das chamadas cartas-frete.
Trata-se de um crédito que o caminhoneiro recebe das empresas contratantes para trocar por mercadorias, em postos de gasolina e lojas. Nesse sistema sem moeda oficial, os caminhoneiros na prática vivem na informalidade, obrigados a pagar ágios para descontar as cartas.
“A renovação da frota é quase impossível para um autônomo”, afirmou Silva.
Dos caminhões financiados pelo Procaminhoneiro, apenas 18.451 foram contratos com pessoas físicas.
A carta-frete deveria ter terminado em 2011, proibida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres. Mas somente neste mês a ANTT iniciou a fiscalização.
Segundo Marcelo Prado, gerente de fiscalização da ANTT, os caminhoneiros têm de receber em conta bancária ou por meio de cartões de pagamento credenciados.
Mas, segundo Silva, os responsáveis pelas cargas não querem fazer o registro na agência, mantendo assim o sistema da carta-frete.
O BNDES, responsável pelo programa, informou que o programa ganhou impulso após 2009, quando passou a ter uma linha garantida pelo governo.
A partir daquele ano, foram financiados 46,8 mil caminhões. Para o banco, as medidas do governo podem aumentar a procura.
Caminhoneiro financia veículo de 1980; modelo 2004 é seminovo – Em terreno próximo à rodovia Fernão Dias que serve como pátio para centenas de caminhoneiros, a dificuldade de comprar um veículo moderno é visível. Mecânicos trabalham em modelos da década de 1970 e um veículo de 2004 é “seminovo”.
Muitos preferem arcar com a manutenção de seus veículos mais antigos a ter de passar pelo aperto que envolve o financiamento de um bem que pode custar R$ 200 mil.
José Roberto Ferreira da Silva, 33, diz que foi necessário pedir ao patrão do irmão para financiar o seu caminhão atual, um Volkswagen 23210, ano 2004, avaliado em cerca de R$ 100 mil. Faltam três parcelas para quitá-lo.
“O autônomo consegue financiamento só se tiver três anos de registro na ANTT, outro caminhão ou um imóvel.”
Ele não chegou a tentar um empréstimo diretamente nos bancos por causa dessa dificuldade, mesmo conhecendo o programa de incentivo ao crédito Procaminhoneiro.
Clayton de Vargas Martins, 42, financiou 40% de seu caminhão atual, um Scania 141, ano 1980, que vale cerca de R$ 40 mil. “E só consegui porque já tinha um outro, mais antigo”, afirma.
Para ele, a carta-frete -proibida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres- não é um problema para a categoria.
Segundo Martins, é o valor baixo do frete que torna difícil renovar a frota.
Sobre o Procaminhoneiro, Martins é cético. “Fizeram isso para as empresas.”
Fonte: SETCESP

sábado, 9 de junho de 2012

Transportes - Rastreamento de veículos, mercado cresce no País

A preocupação constante com a violência, furtos e roubos tem impulsionado as vendas dos sistemas de rastreamento de veículos no País. O gerente operacional da Volpato (empresa especializada nesta área), Cristiano Almeida, enfatiza que esse segmento, atualmente, está em franca expansão. “A insegurança da população está cada vez maior, basta ouvir os noticiários da televisão e rádios”, argumenta o dirigente.

Outro fator determinante na contratação do serviço de rastreamento, é o valor baixo que o torna atrativo ao consumidor. O custo para a compra do equipamento pode variar entre R$ 750,00 e R$ 1 mil, neste caso com mensalidades entre R$ 69,00 e R$ 99,00 para os planos básicos. Já para locação, os valores variam entre R$ 199,00 e R$ 299,00 para taxa de habilitação e R$ 79,00 a R$ 99,00 para os pacotes básicos.

O setor que mais utiliza esse tipo de produto é o de veículos de carga, pois, além de proteger o material transportado, o gestor da companhia consegue monitorar o caminhão. Logo após, vêm os carros de luxo, que buscam uma redução no valor do seguro, seguidos dos carros de passeio e populares. Conforme o gerente da Volpato, os sistemas mais usados são os com acesso via web. A principal vantagem do serviço é permitir ao cliente o rastreamento de seu veículo em tempo real com atualizações de um a cinco minutos (dependendo da empresa prestadora), visualizar e imprimir relatórios com os deslocamentos e até verificar a situação do veículo, como se ele está com a ignição ligada ou desligada.

A solicitação de bloqueio, a central de monitoramento envia o comando para o módulo instalado no veículo e ele é paralisado em aproximadamente 30 segundos. Se o carro estiver em movimento, a ação será gradual, simulando uma falta de combustível. O dirigente sugere que o consumidor, no momento de adquirir um sistema de rastreamento, fique atento aos serviços oferecidos pela companhia que irá contratar.

Dentro do contexto de rastreamento veicular existem várias medidas que podem ser disponibilizadas, desde somente o rastreamento até a gestão total do veículo pelo cliente. A pesquisa deve incluir as companhias e os órgãos que certificam as prestadoras dessa área. A mais importante nesse ramo, é o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi). Esse órgão audita e homologa as organizações que possuem um padrão de qualidade nessa atividade.

O índice de recuperação de veículos rastreados está atualmente de 94%. Ele indica como outro benefício os descontos concedidos pelas seguradoras aos veículos rastreados. Esses abatimentos podem chegar a até 25%, dependendo da companhia, e, na maioria das vezes, apenas são concedidos a clientes de empresas de rastreamento que possuem o selo do Cesvi.
 
Seguradoras cobram dos transportadores o equipamento - No setor de transporte de cargas, que sempre envolve grandes valores, se o veículo não contar com um sistema de rastreamento, o seguro não é feito ou é realizado só até um determinado limite financeiro, estão impondo cada vez mais restrições aos caminhões que não possuem acompanhamento por rádio frequência em suas rotas.

A ferramenta também, em algumas ocasiões, é utilizada como um meio de controle de tempo de direção do condutor. “Isso não é adequado, pois o rastreador está vinculado ao caminhão e não ao caminhoneiro e pode haver troca de profissionais em uma viagem”, e alguns tribunais entendem que o mecanismo é um meio de fiscalização de jornada de trabalho, assim como o tacógrafo.
 O rastreador deve ser usado como um inibidor de roubos, pois o ladrão visa os veículos que não possuem a proteção.
 
Empresas investem na tecnologia do dispositivo - Para não facilitar a vida dos criminosos, os dispositivos de rastreamento são cada vez mais aprimorados com o passar do tempo. Entre as novidades tecnológicas que ajudam no combate ao roubo de cargas, um dos tipo de rastreador é colocado nos produtos transportados chamado de “isca de carga”. Esse aparelho fica disfarçado em meio ao meio material e funciona como se fosse um backup do rastreador do veículo,e,sendo assim, a viagem se torna a mais segura possível.