sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Transportes - Motoristas Mulheres


 A Braspress, empresa de Encomendas Urgentes, é pioneira na contratação de motoristas mulheres  para caminhão, definitivamente incorporando a inteligência das mulheres num outrora reduto de mão de obra masculino como era o setor do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC).
Braspress, com atuação em todo o Brasil, adotou a filosofia de contratar mulheres para dirigir seus caminhões, realizando um programa de treinamento específico para elas até que as mesmas se transformem em profissionais do volante.
A idéia pioneira adotada pelo Diretor-Presidente da Braspress, Urubatan Helou, mostrou que ele tem encontrado um dos caminhos para o aumento da produtividade e da melhoria da capacitação profissional no setor de Transporte Rodoviário de Cargas, além de abrir espaço para as mulheres num competitivo mercado de trabalho.
Controles internos mostraram que as motoristas mulheres têm maiores cuidados operacionais com os veículos, colaborando para a manutenção dos caminhões; educadas nos relacionamentos com os clientes e no trânsito são pacientes, levou a redução de batidas e dos custos de manutenção, incluindo funilaria. É bom procurar incentivar a participação dessas profissionais no Setor de Transportes de cargas “Competência não tem sexo”.

Um comentário:

Edmara disse...

com o passar dos anos as mulheres estão se inserindo de forma significativa no mercado de trabalho, conquistando seu espaço. Elas vêm desempenhando um papel importante em varios setores da sociedade. Estão ocupando cargos que antes eram somente para homens.No mercado de trabalho a busca da mulher por igualdade de oportunidade também tem sido uma constante. A realidade atual nos mostra que ocorreu uma evolução, mas as discriminações em razão do sexo ainda permanece. As mulheres aos poucos estão ocupando o seu espaço no mercado, inclusive 'tomando' postos historicamente de participação masculina.No entanto, mesmo realizando as mesmas atividades, a mulher continua recebendo menos."Competência não tem sexo", mas a descriminação continua.